Em entrevista exclusiva à Inovativos, a liderança da SecureSt8 analisa o desafio de racionalizar a arquitetura de segurança corporativa, mitigar riscos geopolíticos e aplicar inteligência na governança de dados e Inteligência Artificial.
O crescente número de ferramentas de segurança, impulsionada pelo surgimento constante de novas ameaças e soluções no mercado, transformou os ambientes corporativos em arquiteturas complexas e de alto custo.
De acordo com um estudo global do Gartner, cerca de 75% das organizações de cibersegurança estão buscando ativamente a consolidação de fornecedores para reduzir a complexidade e melhorar a segurança, um contraste significativo frente à média histórica.
Ao mesmo tempo, pesquisas do setor indicam que uma grande empresa opera, em média, mais de 40 soluções e ferramentas distintas de segurança, gerando sobrecarga operacional para os times e reduzindo a eficiência na resposta a incidentes num momento em que os ataques cibernéticos crescem em volume e velocidade.
É nesse cenário desafiador que a Inovativos conversou com Neife Urbano de Araujo, cofundador e CEO da SecureSt8, empresa brasileira de cibersegurança e consultoria em tecnologia da informação. Com 26 anos de carreira executiva em cibersegurança e riscos digitais, e vasta experiência internacional em grandes empresas do mercado, Neife também é professor na FIA Business School na cadeira de Gestão de Crises Cibernéticas, além de possuir as certificações CISSP, PMP e ISO 27K.
Entre outros assuntos, ele falou sobre a importância da racionalização operacional para os CISOs, o papel da governança no uso seguro da Inteligência Artificial e muito mais. Confira a entrevista na íntegra clicando aqui.
